28/06/2010

Carpe Noctem

Eu não lembro quantas vezes já chorei pelas palavras que ela proferiu com intenção de me magoar, já não lembro quantas vezes me odiei por detesta-la, perdi as contas de quantas vezes quis morrer para ver se essa dor que me consome aos poucos vai passar. Já esqueci o que significa rir quando ela esta presente.

Muitas vezes pisoteada, varias e varias vezes esquecida... Onde esta o alento quando eu preciso? Onde se encontra o carinho e afeto nessas horas? Até onde terei de derramar lágrimas sozinha?
Só a dor e desespero... Confusões são deixadas de lado, nunca adiantou falar não é mesmo? Vontades também não são validas. Então o que resta? Para que ver mais um dia nascer se não há nele a beleza que eu busco? Qual é o motivo para se ter esperança... Nunca vai mudar mesmo. São só promessas vazias afinal.

Ela sabe me ferir melhor do que ninguém, sempre reclamando, e apontando cada minúscula falha. A pior parte de mim começa dentro dela, dele... dos dois.
Quem tem culpa no cartório? Quem deve julgar e ser ser julgado?

Vivi 18 anos apenas para ser humilhada? Manipulada com um brinquedo que só é utilizado quando ainda tem graça?

Se cava minha cova aos poucos porque não me dar uma corda para que eu termine o trabalho sujo?

Eu só desejo tranquilidade... E confesso que estou farta deste mundo.

Carpe Noctem

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