05/04/2015

e foi assim que ela voltou... Minha doce inspiração



"A cena repetia-se incontáveis vezes, era sempre a mesma coisa... o trinco do portão rangia de forma habitual ao ser aberto, passos serenos ecoavam pelo correr vazio, a porta se abria com um suavidade, mas ainda emitia um som suave e convidativo, afinal este era o som de entrar em um lar (o seu lar), não havia som depois disso, se não o do vento fechando a porta que alguém desatento não havia fechado por descuido. Depois de minutos o primeiro som, um ruído estrondoso viera da copa. Nenhum movimento brusco justificaria a brutalidade com que fora tratada em seqüência. Outro estrondo, e um projétil  passou-lhe perto da cabeça, mas por sorte atingirá a tela da televisão, o vidro estilhaçou-se em pedaços, fora isso que havia lhe ferido a face. Depois disso o escuro.



Não reconheceria seus malfeitores, muito menos tinha visto de onde eles vinham, caiu sentada no chão com o corpo parcialmente apoiado no sofá, tudo era uma um misto de caos e dor, não tardou ate ouvir outra explosão e uma risada abafada, sentia a presença de alguém, mas nada enxergavam, permaneceu inerte, tentando se agarrar ao único fio de vida que ainda lhe restará, e então apagou. "

Continuar ou não com essa epifania de palavras desconexas que juntas podem criar outro mundo paralelo do qual ja não reconheço mais. 

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